quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Ebook gratuito: conto Infantil de David Machado com ilustrações animadas

A Biblioteca Digital DN disponibiliza hoje o primeiro título infantil da sua coleção de ebooks. Trata-se de um conto de David Machado, 
intitulado Acho que posso ajudar, com ilustrações de Mafalda Milhões, que se revelam animadas quando se efectua o download em iPad e iPhone. 


Sinopse 
Acho que posso ajudar é a história de uma menina que acredita estar ao seu alcance resolver os problemas de qualquer pessoa, monstro ou bruxa no mundo. Mas ela não sabe que cada gesto seu pode provocar uma cadeia de acontecimentos que deixará tudo pior do que estava. 
Para ter acesso grátis a este e aos restantes ebooks da Biblioteca Digital, basta ir a www.dn.pt/bibliotecadigital. Relembramos que esta ação decorrerá até dia 30 de janeiro. Todas as quartas-feiras e sábados com um conto novo, disponível para PC, Tablet, Ereader e Smartphone.



sexta-feira, 30 de novembro de 2012

AMOR DE PERDIÇÃO - 150 ANOS






Assinalando os 150 anos da edição da obra mais conhecida de Camilo Castelo Branco, a Direção-Geral da Educação acaba de lançar uma fotonovela digital, «Amor de perdição – uma fotonovela dos tempos modernos» que poderá ser acedida por alunos e professores, em especial durante a leitura e estudo da obra.

Ver fotonovela digital AQUI

terça-feira, 27 de novembro de 2012

Valter Hugo Mãe vence Prémio Portugal Telecom 2012


Valter Hugo Mãe é o grande vencedor da 10ª edição do Prémio Portugal Telecom de Literatura em Língua Portuguesa. O escritor português recebeu esta noite numa cerimónia que decorreu no Auditório Ibirapuera, em S. Paulo, no Brasil, o prémio na categoria de melhor romance com a A Máquina de Fazer Espanhóis e também foi o vencedor do Grande Prémio Portugal Telecom 2012.

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Indústrias Culturais e Criativas em Espaço Rural – Conferência na Biblioteca Municipal de Fafe

LOCAL: Auditório da Biblioteca Municipal de Fafe
DATA: 22 de Novembro de 2012
HORÁRIO: das 14 às 18 horas

No âmbito do Programa para a Rede Rural Nacional (PRRN), nove associações de desenvolvimento local da Região Norte de Portugal, entre as quais a Adriminho, Adril, Atahca, SoldoAve, Adersousa, Dolmen, Adrimag, Adritem e Probasto, constituíram uma parceria e submeteram uma candidatura denominada «ICCER- Indústrias Culturais e Criativas em Espaço Rural», na Área de Intervenção 1 – Capitalização de Experiência e de Conhecimento. Trata-se de uma iniciativa comunitária promovida pelo Ministério Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território e cofinanciada pelo FEADER.No contexto deste projeto foram já realizadas três conferências que versaram a realidade dos «Empresários Criativos», as «Estruturas de Apoio à Cultura e à Criatividade/Empreendedorismo Criativo», os «Eventos Criativos e Programação». Chegou agora o momento de encerrarem este ciclo com a 4ª conferência subordinada ao tema «Criatividade e as Artes e Produtos Tradicionais/Património Material e Imaterial», com a apresentação de experiências e projetos dentro dos territórios da parceria.  PROGRAMA 14h00m - Recepção dos participantesModeradora: Coordenadora do GAL da SOLDOAVEAbertura14h30m – José Manuel Martins Ribeiro, Presidente da Câmara Municipal de Fafe14h40m - Ponto de situação do projecto ICCER – Paulo Queiroz14h50m – As Indústrias Criativas no Norte de Portugal – Dra. Cristina Farinha, Directora Executiva da ADDICT *1º Painel – Artesanato e Indústrias Tradicionais 15h00m – As Capuchinhas de Castro Daire – Henriqueta Félix  15h15m – Os Lenços de Namorados –Júlia Rodrigues, Presidente da Aliança Artesanal *15h30m – Olaria de Barcelos – novas abordagens a uma arte tradicional - Cláudia Milhazes *15h45 m – Pólo Criativo do Design Mobiliário – explorar a inovação em zonas peri-urbanas Celso Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Paredes 16h00m – Debate16h15m – Degustação de produtos da gastronomia rural 2º Painel – Inovar a partir do Património Rural16h45m – Criar a partir dos sabores e produtos tradicionais - Chefe Hélio Loureiro * 17h00m – Rota do Alvarinho – o vinho o turismo e a animação cultural num só produto – Pedro Barbosa17h15m – Restaurante Engaço – um conceito urbano no espaço rural? – Helder da Rocha17h30m - Aldeia do Pontido - recuperar o património, animar a economia local - Raul Rebelo Cunha17h45m – Museu do Moinho e do Povo de Aboim – cultivar a memória – Jorge Miranda 18h00m – Debate18h15m – Encerramento

*  a confirmar

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

“As Ruas de Fafe: História e Toponímia” - Obra de Artur Magalhães Leite lançada esta sexta-feira na Biblioteca Municipal de Fafe

A Câmara Municipal de Fafe e a Editora Labirinto promovem a apresentação da obra As Ruas de Fafe: História e Toponímia, do autor fafense Artur Magalhães Leite, esta sexta-feira, 16 de novembro, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Fafe. A entrada é livre. 

A apresentação da obra está a cargo de Mónica Guimarães, que assina o prefácio. 
Esta é a obra mais recente de Artur Magalhães Leite (n. 1948), que assinou também um capítulo da obra A Primeira República em Fafe – Elementos para a sua história, editada pelo Núcleo de Artes e Letras de Fafe, há um mês. 
O autor refere, na introdução: “O estímulo que me levou a recolher dados históricos sobre as ruas de Fafe liga-se ao meu desconhecimento sobre a evolução toponímica da cidade. Embora possa parecer uma banalidade aos olhos de leitores menos atentos à profundidade deste trabalho, trata-se de um grande esforço no campo da pesquisa, no número de horas aplicadas nas recolhas, na seleção e no tratamento do material pesquisado e recolhido. 
Outras justificações que abonam o presente trabalho, são as múltiplas aplicações, e os inúmeros ensinamentos que esta recolha pode ter para os leitores. Vai facilitar a localização das ruas, mostrar a importância e o valor dos seus patronos, alertar para a evolução onomástica ocorrida com o passar dos anos (…). No conjunto pode-se conhecer uma parte da história local e nacional, dos lugares, da geografia fafense e identificar artérias desconhecidas ou mal localizadas”. 
Por seu turno, Mónica Guimarães, no prefácio, escreve: “Fruto de um labor moroso e ingente, mas profícuo para a memória de Fafe, esta obra permite-nos resgatar do esquecimento os velhos topónimos e identificar os novos, explorando e localizando as raízes de um determinado local. 
Para a recuperação de toda a informação disponibilizada neste trabalho, o autor Artur Leite, recorreu a diferentes fontes informativas dando particular ênfase ao acervo documental do Arquivo Municipal de Fafe, nomeadamente às atas camarárias, cuja lavra se iniciou em 1820, as quais cruzou com a imprensa local. 
O autor apresenta o nome das ruas, ordenadas alfabeticamente, com a designação/justificação da importância da figura, do local ou do acontecimento que importa comemorar. Fá-lo numa abordagem literária e histórica, identificando nas nomeações e renomeações das vias os topónimos de continuidade e de rutura”.