terça-feira, 2 de abril de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
DIA DO LIVRO PORTUGUÊS - 26 DE MARÇO
Por iniciativa da Sociedade Portuguesa de Autores tem-se vindo a assinalar, a 26 de março, o Dia do Livro Português, dia em que foi impresso o primeiro livro em Portugal.
O Pentateuco em Hebraico foi o primeiro livro impresso em Portugal a 26 de Março de 1487, saindo das oficinas do judeu Samuel Gacon, na Vila-a-Dentro, em Faro.
Em 1497 foi impresso no Porto, o primeiro livro totalmente escrito em Português.
Foi impresso e produzido pelo impressor português, Rodrigo Álvares. O livro tinha como nome: Constituições que fez o Senhor Dom Diogo de Sousa, Bispo do Porto.
Ao longo dos séculos, o livro representa várias funções, com destaque primário para a evolução do saber e do ser da Humanidade, como grande veículo promotor da cultura, da educação, da ciência e de uma verdadeira e autêntica democratização.
sexta-feira, 22 de março de 2013
Atelier "Páscoa na biblioteca"
A Biblioteca Municipal de Fafe promove, entre os dias 18 e 28 de março, um atelier de artes decorativas, orientado pela técnica da biblioteca Natália Mendes e dirigido a todas as crianças do concelho. Neste, os participantes são convidados a elaborar uma cesta para colocação de ovos da Páscoa, que no final é oferecida a cada um deles.
Inscreve-te!
quinta-feira, 21 de março de 2013
Dia Mundial da Poesia e da Árvore
Um livro gigante com o título “"Poesia à solta"” assinala, este ano, na biblioteca municipal, o Dia Mundial da Poesia e também o Dia Mundial da Árvore.
A biblioteca efetuou uma recolha de poemas, de autores locais e nacionais, sobre a “árvore”, que juntamente com algumas ilustrações, preenchem as enormes páginas do mesmo.
O Dia Mundial da Poesia celebra-se no dia 21 de Março, foi criado na XXX Conferência Geral da Unesco em 16 de Novembro de 1999. O propósito deste dia é promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia através do mundo.
quinta-feira, 7 de março de 2013
DIA INTERNACIONAL DA MULHER NA BIBLIOTECA
Inscreva-se!
A Mulher
Ó Mulher! Como és fraca e como és forte!
Como sabes ser doce e desgraçada!
Como sabes fingir quando em teu peito
A tua alma se estorce amargurada!
Quantas morrem saudosa duma imagem.
Adorada que amaram doidamente!
Quantas e quantas almas endoidecem
Enquanto a boca rir alegremente!
Quanta paixão e amor às vezes têm
Sem nunca o confessarem a ninguém
Doce alma de dor e sofrimento!
Paixão que faria a felicidade.
Dum rei; amor de sonho e de saudade,
Que se esvai e que foge num lamento!
Florbela Espanca
quarta-feira, 6 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
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