sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
JOSÉ AUGUSTO GONÇALVES APRESENTA “PALAVRAS, FRASES E EXPRESSÕES DO MINHO PROFUNDO”
O professor e escritor fafense José Augusto Gonçalves vai apresentar a sua mais recente obra, Palavras, Frases e Expressões do Minho Profundo, no dia 31 de Janeiro, pelas 21h30, na Biblioteca Municipal de Fafe.
Este trabalho reporta-se ao falar das pessoas mais velhas e/ou menos cultas do Minho profundo nas décadas de 1950 a 1970 do século XX. Visa, assim, deixar para a posteridade a “forma peculiar, genuína, sui generis, interessante, comovente e admirável” como o povo mais humilde e nada ou escassamente escolarizado da região.
Escreve o autor, em sinopse: “Lancemos repousantes olhares nos meandros do passado. Reconheçamos que o passado legou sabedoria para o futuro. (…) Vivências do passado: que nostalgia!... Costumes do passado: que ousadia!... Linguajar do passado: que categoria!... Busquemos nesta obra um indelével contributo em prol do presente e do futuro… E para que este contributo pudesse ser fecundo fomos buscar a ponta do fio de Ariadna dos tempos que já lá vão…!
José Augusto Gonçalves é licenciado em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto e mestre em Educação, na área de “História da Educação e da Pedagogia”, pela Universidade do Minho, cujo tema de dissertação foi intitulado Para uma Escola Cidadã. Contributos da Obra de António Sérgio.
Professor do quadro de nomeação definitiva da Escola Secundária de Fafe, leccionando as disciplinas de Filosofia e de Psicologia, do 10º ao 12º anos de escolaridade.
No capítulo da investigação, os seus principais centros de interesse residem nas temáticas relacionadas com Filosofia, Psicologia e Educação.
Já lançou duas obras, com os títulos Escola e Cidadania. Contributos para Repensar o Sistema de Ensino em Portugal (em parceria com o seu orientador de mestrado, Manuel Barbosa, da Universidade do Minho), em 2002 e A Educação
Cívica segundo António Sérgio: Sua Actualidade (somente de sua autoria), em 2003.
Tem também colaborado em jornais, como no Diário do Minho, onde publicou um longo artigo acerca da concepção da educação cívica segundo António Sérgio – temática que, sobretudo desde o início da elaboração da sua dissertação de mestrado, muito o tem apaixonado.
Em 4 de Abril de 2007, fez a apresentação pública do seu terceiro livro, Paixão Pela Vida I: A Inteligência, com perto de duas centenas de páginas, numa edição da Labirinto, através da chancela “Ágora”. É um livro de cunho marcadamente pessoal, resultante de reflexões que foi fazendo sobre a temática da inteligência do ser humano.
Em 11 de Dezembro de 2009, lançou o seu quarto livro, este de carácter ficcional, mas de cunho autobiográfico, com o título Viagens pelas Sendas da Alma Humana – I. Em 2010, publicou Viagens pelas Sendas da Alma Humana – II.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
ANTÓNIO LOBO ANTUNES VENCE PRÉMIO ITALIANO NONINO
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| António Lobo Antunes |
O
escritor português António Lobo Antunes venceu o prémio literário internacional
Nonino 2014, atribuído por uma empresa secular italiana, produtora da bebida
alcoólica grappa, anunciou a organização.
A
produtora Nonino, que criou o prémio literário Nonino Prize em 1975, anunciou
esta semana que os galardoados de 2014 são António Lobo Antunes, o filósofo
francês Michel Serrres, o psiquiatra e escritor italiano Giuseppe dell'Aqua e a
escritora palestiniana Suad Amiry.
Sobre
António Lobo Antunes, que tem obra traduzida em Itália, pela Feltrinelli
Editore, a organização do prémio sustenta que a prosa, marcada pela morte e
pela loucura, «é uma canção atormentada de um rebelde desassossegado que, de
uma forma polifónica, destrói a sintaxe».
Lobo
Antunes tem editado em Itália romances como "A morte de Carlos
Gardel", "Que farei quando tudo arde?" e "O arquipélago da
insónia".
Do
júri do prémio Nonino, presidido pelo autor V.S. Naipaul, fizeram parte
personalidades como o investigador português António Damásio, os escritores
Adonis, John Banville, Claudio Magris e o ensaísta Edgar Morin.
O
galardão será entregue a 25 de janeiro na sede da destilaria Nonino, em
Percoto, no norte de Itália.
A
Nonino, fundada em 1897, começou por ser uma empresa familiar produtora de
grappa, uma bebida alcoólica típica de Itália, semelhante ao bagaço.
Em
1975 foi criado um prémio que já distinguiu autores como Jorge Amado, Javier
Marias, Claude Lévi-Strauss, Amin Maalouf e a escritora nigeriana Chimamanda
Ngozi Adichie.
Diário
Digital / Lusa
MÁRIO DE CARVALHO E GASTÃO CRUZ DISTINGUIDOS COM O PRÉMIO LITERÁRIO FUNDAÇÃO INÊS DE CASTRO 2013
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| Mário de Carvalho |
O prémio literário e o de carreira foram atribuídos por unanimidade aos dois escritores por um júri composto pelo catedrático José Carlos Seabra, pelo escritor Mário Cláudio, pelo poeta e ensaísta Fernando Guimarães, pelo tradutor e poeta Frederico Lourenço e pelo escritor e crítico literário Pedro Mexia.
Mário
de Carvalho e Gastão Cruz receberão os prémios a 15 de março na Quinta das
Lágrimas, em Coimbra.
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| Gastão Cruz |
O Prémio Literário Fundação Inês de Castro, que vai na sétima edição, distingue anualmente obras literárias sobre motivos do "mito inesiano".
Maria
do Rosário Pedreira, Pedro Tamen, Teolinda Gersão, José Tolentino de Mendonça,
Hélia Correia e Gonçalo M. Tavares venceram as edições anteriores do Prémio
Literário. NOTÍCIAS AO MINUTO
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
A PRIMEIRA CAPA DE LIVRO IMPRESSA EM 3D ESTÁ HOJE DISPONÍVEL NOS EUA
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| Capas impressas em 3D |
«A mais recente obra de
Chang-Rae Lee, On Such a Full Sea, deixou de lado a ideia
tradicional de livro para entrar na era tridimensional, com uma edição especial
limitada onde as caixas dos livros são em relevo e produzidas com impressoras
3D.
De acordo com a revista Time,
a versão limitada do livro - com 200 exemplares -, estará disponível amanhã,
dia 7 de janeiro [hoje]. A Riverhead Books, a editora, denomina-a
já como "a primeira capa removível de sempre impressa em 3D".»
«Cada uma destas caixas levou
15 horas a ser fabricada, sendo que alguns protótipos chegaram às 30 horas.»
«Reconhecendo as
dificuldades que a literatura impressa atravessa, o autor Chang-Rae Lee afirmou
em comunicado que esta caixa"reintroduz a ideia de livro como um objeto de
arte".» Ler no Diário
de Notícias.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
DIA DE REIS
Quando os três reis souberam
que nascera Jesus Cristo
montaram nos seus cavalos
foram fazer o serviço.
Foram a casa de Herodes
que lhes ensinasse o caminho
Herodes, como perverso,
atraiçoou o Menino.
Herodes, o rei malvado,
Herodes, o rei mesquinho,
às avessas ensinou
aos Santos Reis o caminho.
Logo Deus ouviu no céu
um tão grande desatino
logo Deus mandou uma estrela
que lhes guiasse o caminho.
E pela estrela guiados
vão seguindo seu caminho
afastado de Belém
à procura do Menino.
E logo a estrela parou
chegados a uma cabana
e aí os três reis adoram
a Jesus, neto de Ana.
Os Reis têm grande alegria
ao verem prenda tão bela
cantam anjos: aleluia
alegrem-se os céus e a terra!
Por ser pequena a lapinha
não couberam todos três:
foram adorar Jesus
cada um por sua vez.
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