quinta-feira, 21 de abril de 2011


 

 

     





PÁSCOA FELIZ E BOAS LEITURAS…
SÃO OS VOTOS DA EQUIPA DA BMF.



Nota: A Biblioteca encontra-se encerrada sábado (23 de Abril).

Tertúlia Fafense nº 3 - A LIBERDADE

Convidada: Maria Augusta Ribeiro
(Activista da Amnistia Internacional)
*
Dia 26 de Abril – 21.30h
SALA POLIVALENTE da BIBLIOTECA MUNICIPAL


Maria Augusta Ribeiro estará connosco para abrir a conversa sobre a Liberdade, num serão onde se abordará a temática nas suas múltiplas dimensões. Iremos, noite dentro, com esta Professora, Activista da Amnistia Internacional e Animadora Cultural em busca da Liberdade de dizer, de criar, de acrescentar ao mundo perguntas e respostas. A Liberdade vista do lado mais íntimo dos corações que não param de bater por uma causa, mas também por uma estética. A Liberdade de adorar a Humanidade e a Metafísica, a Liberdade de estar ao centro ou no mais assumido lugar de periferia. A Liberdade como ponto de partida e como cais de desembarque. A Liberdade tão díspar quanto funda afirmação da Humanidade no seu tempo e na sua circunstância.
Uma conversa informal, aberta a todos, em torno de histórias e experiências, de anseios e gestos, de testemunhos que visam chegar mais próximo e passar um serão agradável. 




Fonte: Tertúlia Fafense


terça-feira, 19 de abril de 2011

Em destaque...


Cata Livros

A Casa da Leitura da Fundação Calouste Gulbenkian lança novo site para promover os hábitos de leitura.

Depois do sucesso do site Casa da Leitura, a Fundação Calouste Gulbenkian acaba de lançar o portal Cata Livros , lançado com o intuito de promover hábitos de leitura em crianças até aos 12 anos.

De acordo com o administrador da Fundação Calouste Gulbenkian Eduardo Marçal Grilo, «O Cata Livros é um site mais lúdico com uma grande capacidade de atracção dos miúdos para os livros, sendo que o mais importante é a motivação para que eles possam ler os livros, porque a Internet por si só não substitui a leitura», sustentou.

O portal, construído em forma de uma casa, permite aos utilizadores vaguear pelas suas divisões até chegarem à sala principal, onde aparece um livro diferente por mês que deve ser lido. No final, os jovens têm jogos que lhes permitem testar os conhecimentos sobre o livro.





Fonte: DGLB

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Lançamento do Livro:" Águas públicas e a sua utilização no concelho de Fafe"

A Câmara Municipal de Fafe vai comemorar o Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, em 18 de Abril (segunda-feira), com o lançamento da obra Águas públicas e a sua utilização no concelho de Fafe. Um contributo do ponto de vista histórico-geográfico, da autoria do Professor Francisco da Silva Costa, docente do departamento de Geografia da Universidade do Minho.
O evento tem lugar na Biblioteca Municipal, a partir das 21h30, com entrada livre.
O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios foi criado a 18 de Abril de 1982 e aprovado pela Unesco no ano seguinte, com o objectivo de sensibilizar o público para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para o esforço envolvido na sua protecção e conservação. O tema deste ano é Água: cultura e património.
É exactamente nessa linha que se enquadra a obra editada pela autarquia fafense, com o patrocínio da empresa Águas do Ave e que tem prefácio e apresentação do signatário desta nota.

Do prefácio:

Direi que se trata de uma obra fascinante, pela sua singularidade, e especificidade, por abordar temas absolutamente inéditos na bibliografia local, como estes relacionados com o património ligado ao uso da água.
O livro parte de um brevíssimo enquadramento geográfico, natural, territorial e humano do município de Fafe, passando depois para a enunciação do quadro normativo e institucional relativo ao direito e gestão da água, desde o início do século XX.
O corpo da obra desenvolve-se em torno dos usos e ocupação do domínio público hídrico neste concelho, desdobrado nas mais importantes utilizações da água, nos seus cursos mais relevantes, sobretudo o Vizela, o Ferro, o Bugio e o Torto.
Fala-se, assim, da importância da rega dos campos, da cultura do linho, do papel dos moinhos de rodízio e azenhas, como espaços de actividade moageira, mas também de outros engenhos ligados ao aproveitamento das águas públicas como a serração e os lagares de azeite.
A obra aborda ainda o aproveitamento hídrico no contexto da indústria local, sobretudo a têxtil (fábricas de fiação e tecidos), bem como nas fábricas de papel, em Fareja e em Fafe, hoje desaparecidas, depois de cumprirem a sua missão histórica. Algumas linhas são, de igual modo, dedicadas ao papel das pequenas centrais hidroeléctricas, como a de Santa Rita, mas também as das fábricas do Ferro e do Bugio, necessárias à laboração daquelas importantes indústrias, cujo auge decorreu em grande parte do século passado.
A publicação é ilustrada por dezenas de projectos apresentados para licenciamento no arco temporal compreendido entre os anos de 1903 e 1970, o que extraordinariamente a enriquece.
Estamos, enfim, em presença de um livro que interessa aos fafenses, abordando uma temática que esteve e continua a estar presente no dia a dia dos cidadãos, qual seja a da utilização dos recursos hídricos no território.
Um livro que importa, assim, à maioria das freguesias, banhadas por rios e ribeiros que, ao longo do século passado, foram aproveitados para diferentes utilizações, em benefício das populações.
Um livro, enfim, que casa harmonicamente a história e a geografia do concelho, reforçando o nosso conhecimento sobre o passado e o que foi feito no território, nesta área específica.


Fonte: saladevisitasdominho

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Educação para os Media em Portugal: experiências, actores e contextos

Estudo desenvolvido pelo Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade da Universidade do Minho, sob coordenação do Prof. Doutor Manuel Pinto.
O estudo, editado  pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social, efectua o levantamento dos projectos, iniciativas, actividades e experiências, desenvolvidos nos últimos anos, na área da educação para os media.

(...) Para além dos clubes e do trabalho desenvolvido por turmas, o desenvolvimento das bibliotecas escolares e a flexibilização que trouxeram a um espaço tradicionalmente visto como distante dos interesses dos alunos veio também contribuir para um reforço do jornal escolar, que passou a ser trabalhado em muitos pólos da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE). (...)

Educação para os Media em Portugal [eBook] [PDF]


Fonte: RBE


 

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Dia Mundial do Livro - 23 de Abril

 
Comemora-se no dia 23 de Abril o Dia Mundial do Livro. O cartaz da DGLB é da autoria de João Vaz de Carvalho. Nesta data, é lançado o Passatempo "Voluntários da Leitura".


O Dia Mundial do Livro e dos Direitos de Autor é comemorado, desde 1996 e por decisão da UNESCO, a 23 de Abril, dia de São Jorge. Esta data foi escolhida para honrar a velha tradição catalã segundo a qual, neste dia, os cavaleiros oferecem às suas damas uma rosa vermelha de São Jorge e recebem em troca um livro.  
Todos os anos, a Direcção-Geral do Livro e das Bibliotecas assinala este dia com a publicação de um cartaz que distribui por bibliotecas, livrarias e outros espaços culturais. Com ele, pretende-se chamar a atenção para a importância do livro e da leitura como forma de melhorar os índices de literacia das diferentes camadas da população.
O cartaz deste ano é da autoria do artista plástico e ilustrador João Vaz de Carvalho. Premiado nacional e internacionalmente, editado em vários países, é hoje reconhecido como um dos mais prestigiados artistas do sector.
Nesta data, é habitual promover-se também um passatempo que de alguma forma se relacione com uma iniciativa ou efeméride do ano em causa.
Para 2011, a DGLB está a promover o passatempo “Voluntários da Leitura”, incentivando o voluntariado a nível de projectos concebidos para populações em situação de isolamento ou de exclusão social. Pretende-se, assim, chamar a atenção para a importância do livro e da leitura, mostrando que eles melhoram significativamente as condições de vida das populações.
Havendo já alguns projectos de voluntariado em leitura a decorrer no país, sobretudo em hospitais, estabelecimentos prisionais e lares de terceira idade, muitos haverá ainda por criar. A ideia é motivar os cidadãos para o voluntariado, cruzando este acto de solidariedade com a importância que a leitura pode ter na melhoria da qualidade de vida das pessoas.
Ao mesmo tempo, com este passatempo novos projectos podem ser dados a conhecer às Câmaras Municipais, para que possam aproveitar sinergias e eventualmente promover a articulação entre os voluntários e os destinatários. O que se pede a cada Biblioteca Municipal, para além da divulgação da iniciativa junto de potenciais candidatos, é que seleccione os dois projectos que considere mais originais, mas ao mesmo tempo exequíveis, no contexto das populações em situação de isolamento ou de exclusão de cada Concelho.


Fonte: DGLB

António Torrado

O escritor de literatura infantil e juvenil é o candidato português escolhido pela DGLB para o VII Prémio Iberoamericano SM de Literatura Infantil e Juvenil.

António Torrado é o autor escolhido pela DGLB para representar Portugal na edição de 2011 deste Prémio, cujo objectivo é promover o trabalho de escritores vivos com obra de reconhecida relevância literária dedicada a jovens e crianças, escrita em português ou espanhol.
Na obra de António Torrado , que ultrapassa os 120 títulos, sobressai a produção literária para crianças, amplamente galardoada em Portugal e no estrangeiro.
O site História do Dia, onde o escritor lê uma história de sua autoria em cada dia do ano, está disponível on-line desde há vários anos.


Fonte: DGLB

Prémio da Latinidade atribuído à escritora Lídia Jorge

O Prémio da Latinidade “João Neves de Fontoura” foi atribuído pela União Latina à Escritora Lídia Jorge.

A sessão solene da entrega do prémio terá lugar no Instituto Camões, em data a definir.
Fundada em 1954, a União Latina é composta por 36 Estados de língua oficial ou nacional românica e tem como objetivo promover a reflexão sobre os valores culturais e linguísticos do conjunto da comunidade latina e a consciência da identidade cultural comum destes povos.



Lídia Jorge

Nasceu em Boliqueime (Algarve), no ano de 1946. Licenciou-se em Filologia Românica pela Universidade de Lisboa e foi professora do ensino secundário. 
Considerada hoje em dia como uma das romancistas de maior sucesso na literatura portuguesa contemporânea, começou a escrever desde muito jovem. É colaboradora de vários jornais e revistas e tem integrado diversos júris de prémios literários. É membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social.
Em 1970, Lídia Jorge parte para África, onde dá aulas em Angola e Moçambique. O pleno ambiente da Guerra Colonial, que aí contactou será descrito mais tarde, através do olhar da mulher de um oficial do exército português, no romance A Costa dos Murmúrios. 
Regressada a Lisboa, continuou a dar aulas, foi professora da Faculdade de Letras de Lisboa, actividade que interrompeu para desempenhar funções na Alta Autoridade para a Comunicação Social.
A sua primeira obra, O Dia do Prodígios, constrói-se como uma alegoria ao país fechado e parado que Portugal era sob o regime anterior à revolução de Abril de 74. 
O impacto causado por este romance foi, também ele, prodigioso. Lídia Jorge foi de imediato saudada como uma das mais importantes revelações das letras portuguesas e uma voz renovadora do seu imaginário romanesco.

A tecitura narrativa dos seus dois primeiros romances  mistura vários planos narrativos numa estrutura polifónica de onde se destacam personagens que adquirem uma dimensão metafórica, ou mesmo mítica. Têm sido, associados à literatura sul-americana, pela presença do fantástico. 

A sua escrita reflecte a captação da oralidade, bem como uma estrutura narrativa que afirma, a par do discurso do narrador, o discurso das personagens. A cultura de tradição oral, a linguagem dos grupos arcaicos, os seus mitos e simbologias sociais, servem o objectivo de reflexão sobre a identidade cultural portuguesa. 
O experimentalismo que marca, sobretudo, as suas primeiras obras começa, entretanto, a tomar um tom mais realista, nomeamente no romance, O Jardim Sem Limites, onde à pequena aldeia de Vilamaninhos, se substitui Lisboa, a metrópole europeia onde se cruzam todas as influências e se rarefazem identidades e territórios.
Os seus romances mantêm uma grande variedade temática. Estão sobretudo ligados aos problemas colectivos do pov o português e às circunstâncias históricas e mudanças da sociedade nacional após o 25 de Abril, assim como à problemática da mulher. 




Fonte: DGLB


Dia Internacional do Livro Infantil - 2 de Abril

Para assinalar esta data a DGLB publicou um cartaz, que distribuiu por Bibliotecas Municipais e livrarias, da autoria de Bernardo Carvalho, vencedor da 14ª edição do Prémio Nacional de Ilustração.
O IBBY (International Board on Books for Young People) divulga anualmente uma mensagem de incentivo à leitura dirigida às crianças de todo o mundo. Este ano a mensagem pertence a Aino Pervik* e chama-se The Book Remembers. A versão traduzida para português chama-se O livro recorda (tradução de José António Gomes).
para português chama-se O livro recorda (tradução de José António Gomes).
O cartaz do IBBY é da autoria da ilustradora Jüri Mildeberg e a Mensagem é da escritora estoniana Aino Pervik*.
 
O IBBY divulga este ano os cartazes produzidos para o Dia Internacional do Livro Infantil desde 1995 até 2011 (Cartazes IBBY).
* Nascida em 1932, na Estónia, Aino Pervik publicou cerca de meia centena de livros para crianças, a par de poesia e narrativas para adultos. Distinguida com vários e prestigiosos prémios e traduzida em diversas línguas, obras suas têm sido adaptadas ao teatro e ao cinema. A velha mãe Kunks, Arabella, a filha do pirata, Paula aprende a sua língua (integrado numa série protagonizada pela mesma personagem), são apenas três dos seus títulos mais conhecidos.





Fonte: DGLB